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Por Maria Manuela

Olha que maravilha! Uma receita improvisada por mim, com uma sigla inventada por mim!

Se olharem em alguma tabela hexadecimal, verão que essa sigla (#FCCCDC) corresponde a um rosinha igual esse daqui.

O nome não é esse por causa da cor, mas acabou ficando assim justamente pela coincidência. Nos meus tempos de webmistress num site todo cor-de-rosinha voltado para meninas cor-de-rosa (eu conto melhor essa história outro dia…), era normal eu saber de cor e salteado todos os tons rosados que vocês possam imaginar.
Então, convencido que existe algo mais “Manuela” que isso? Talvez o #FFCCDD! hehehe

Quanto à justificativa a comemoração, foi dia 07/04 que recebi a primeira parcela da minha bolsa de mestrado: um grande alívio para as contas e uma ponta de orgulho por ter conseguido. Além disso, para um jantarzinho especial assim, preparado por mim para eu mesma, eu precisava de um motivo. Se não tivesse esse, inventava outro! 🙂

Segue a receita, simples, fácil… e rápida!

Compre peito de frango e corte em filés fininhos em casa. Os mais sortudos podem pedir para o seu açougueiro fazer isso. O meu antigo, sempre cortava o frango da maneira que eu precisava, pra eu só ter o trabalho de lavar e temperar… O novo não foi com a minha cara e falou que “Dona, filé de frango fatiado? Só congelado.”
“O quê? Apenas com meu antigo açougueiro, tão amado?…..”

Bah… e pensar em como eu era mimada e tinha sempre a mão “filés no formato strogonoff”, ou no “formato iscas” ou “filé simples, normal”. Era tão fácil…

Mas voltando aos filés… eu tive que comprar um peito, limpar e fatiar (1). Peguei uma cumbuca e coloquei 2 colheres (sobremesa) de creme de cebola e 2 colheres (sobremesa) de maionese light (2). Misturei até que virou um patê. Acrescentei um pouco de azeite (3). Passei o patê por todo o frango. Cortei um pedaço de papel alumínio, com a parte brilhante para dentro (lembrando o que a Pri ensinou), coloquei um filézinho coberto da mistura e coloquei umas rodelas de cebola por cima, pra ficar mais charmoso (4) 😉 .

Fechei o pacotinho de papel alumínio e levei ao forninho elétrico por 25 minutos, virando na metade do tempo. Pronto! Ao som do apito do forno, anunciando que eu já podia me servir, eu já tinha cozido 2 batatinhas e meia cenoura. Amassei tudo no prato com azeite para fazer um purê. Ficou do jeitinho que eu esperava. HUUMMMMMMMMMMM 🙂

Além do purê, fui acompanhada por um espetáculo caleidoscópico que só o céu de São Carlos proporciona (e a vista privilegiada da minha janela, devo confessar 🙂 ).

Aproveitando: a Dona Priscilla precisa mostrar aqui a receita original de frango com creme de cebola, pois foi numa idéia que ela teve nesse último fim de semana que eu me inspirei a fazer o tal frango cor-de-rosa!

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Por Maria Manuela

Olá queridos!

Desculpem a ausência, e aqui não me cabe dar justificativas… mas infelizmente nosso fogão não tem estado tão ativo ultimamente. Espero que nesse meio tempo tenham testado as receitas antigas e por falta de itens a vossa lista de “Coisas a fazer…”, estejam ansiosamente esperando por novos itens a adicionar ou novas receitas para serem saboreadas!

Hoje apresento uma receita de salmão!
Quem me conhece sabe que pode parecer um pouco estranho. Confesso que nunca fui muito fã dessa classe alimentícia e dei muito trabalho aos meus pais por não colocar nem mesmo um único fiapinho de atum enlatado goela adentro. Era assim: a maionese da casa, a maionese da Manu. Dia de peixe, bacalhau, etc. sempre havia um pratinho separado pra mim, mesmo que fosse miojo. Eu não comia peixe de jeito nenhum! Talvez fosse o cheiro ou aquela visão da barraca de peixe nas feiras que me dá arrepios até hoje! ugh! Felizmente, muita coisa mudou. Acho que vão fazer uns 4 anos que experimentei atum pela primeira vez. A partir daí o bacalhau, salmão, filézinhos de cação, pescada e outros peixinhos levinhos.
Estou introduzindo aos poucos e até agora nenhuma decepção 😀

Peixe faz bem pra saúde e é muito gostoso sim-senhor!
Posso dizer que quem não gosta de peixe bom sujeito não é. Pode ser ruim da cabeça ou doente do pé 😛
Tá vai. Não é verdade isso, mas que peixe é bom, ah é!
Conheço diversas pessoas (que são bons sujeitos) que não comem peixe. Algumas por causa de alergias, outras por falta de hábito, mas há aquelas que não gostam só pelo desprazer de não gostar.
Para essas últimas, eu recomendo começar assim como eu, aos poucos, com sabores neutros, ou escondinhos, de preferência com aparência tão saborosa e suculenta como o salmão que vos apresento hoje:

Impossivel resistir! 😉

Para fazer, você precisa comprar um filezão de salmão fresquinho, o mais bonito da peixaria. É bom levar alguem que entende de peixe junto. Limpe seu filé e tire as escamas, bonitinho, assim como a Bia faz:

Corte em postas menores e reserve. Numa frigideira, coloque manteiga ou marcarina para ir derretendo. Adicione molho shoyu no fundo e acrescente o salmão. Deixe fritando e incorporando o molho por uns 5 minutos. Vire e deixe mais 5 minutes (abafe com uma tampa). Pronto!

Fica saboro e delicioso! (a nossa travessa-tampa faz parte de uma campanha que vamos lançar em breve: “Doe acessórios charmosos para nossa cozinha habitada por cozinheiras charmosas! Logo logo a lista do Submarino! 😉 )

Para os apressadinhos que gostam de comer cru, também dá pra fazer sashimi com os filézinhos.

hummmmmmmmmmmmmmmmmmm Podem chamar os hamsters!

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Num mês de economias, tenho usufruído a sorte de ser estudante e pagar apenas 1,80 por refeição no bandejão da universidade. Um sanduíche aqui, outro ali, alguns bombons porque não sou de ferro e muito chá-verde, companheiro de manhãs, tardes e noites, sempre após as refeições. Uma mania que eu já não consigo ficar sem.

Comecei a tomar por ser diurético e depois pela promessa de acelerar o metabolismo. Mantive na rotina por causa da quantidade de cafeína e foi muito útil em noites de estudo, ainda mais semestre passado, na urgência de estudar Campos Magnéticos “Nebulosos” (essa é pra Pri ;)) e assim conseguir o meu diploma.

Consegui! E aquelas canecas ao mesmo tempo quentinhas, estimulantes e reconfortantes, ajudaram sim. Talvez por me manter acordada, ou pela pausa quase religiosa… Quem sabe o conforto de que se nada der certo, pelo menos estaria ajudando a diminuir my lovely lady humps… No fim das contas, my hips don’t lie 😀

Clique aqui para ver o resto do post que ficou loooongo.

(mais…)

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